segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Padaria de 3.500 anos é encontrada no Egito


Há 3.500 anos, os egípcios também apreciavam um pão fresquinho. Arqueólogos divulgaram, nesta quarta-feira (25/08/10), a descoberta de padarias capazes de alimentar exércitos, na região do oásis de El-Kharga, no oeste do Egito. Uma equipe de pesquisadores do próprio país e dos Estados Unidos esbarraram nos resquícios do que parece ser uma cidade especializada na produção de pães. A equipe estava mapeando rotas históricas no deserto egípcio como parte de outro projeto, quando encontrou os indícios da padaria.
Com uma área de 250.000 metros quadrados, equivalente a 30 campos de futebol, a cidade existiu provavelmente entre os anos de 1650 e 1550 a.C. De acordo com John Coleman Darnell, que chefiou a missão americana, há indícios de que o sítio arqueológico era um centro administrativo ao longo de rotas de caravanas, que ligavam o vale do rio Nilo ao oásis, chegando até o Sudão, maior país da África atual.
Os pesquisadores revelaram estruturas de cerâmica parecidas com prédios administrativos encontrados anteriormente em muitos outros lugares ao longo do vale do rio Nilo. Contudo, as características mais interessantes, na opinião dos pesquisadores, foram os restos de uma padaria. "A produção de pães em larga escala era a principal ocupação da maioria dos habitantes da pequena cidade", disse Zahi Hawass, o chefe do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito.
Além das estruturas em cerâmica, os arqueólogos encontraram dois fornos e uma roda de oleiro, utilizada para produzir as formas de pão. A grande quantidade de detritos na parte de fora da "padaria" sugere que a cidade produzia grandes quantidades de pão suficientes para alimentar um exército, disse Hawass.

Fonte: Site Revista Veja

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Cliente decide qual o valor da conta em restaurante.

  Reprodução

Por Marcos Todeschini


Se Alex Atala e Che Guevara se juntassem para abrir um negócio, ele seria o Lentil as Anything. O restaurante australiano surgiu com um objetivo ousado: oferecer boa comida pelo preço que o cliente quiser (ou puder) pagar. A primeira unidade foi fundada há dez anos, em Melbourne. Mas foi só há um ano, com a abertura da quarta unidade, no descolado bairro de St. Kilda, que a cadeia pegou. “Idealizei um lugar democrático, onde as pessoas pudessem conviver sem a pressão social do dinheiro. Não pensei que fosse durar mais que três meses”, disse a Época NEGÓCIOS seu fundador, Shanaka Fernando, 42 anos. No restaurante não há referência a preços. Não existem comandas ou caixa. No cardápio, 20 tipos de comida quente dispostas num bufê, e café no final. Mesmo podendo sair sem tocar na carteira, as pessoas deixam, em média, US$ 11 por refeição. Colocam o dinheiro numa caixinha discreta, sobre um balcão. Durante a crise de 2008, o tíquete médio caiu para US$ 6, e o restaurante quase fechou. A maior parte dos 400 funcionários é de imigrantes que não conseguem visto. A iniciativa é do próprio Fernando, que nasceu no Sri Lanka e foi para a Austrália aos 18 anos, para estudar. “Não devo um centavo. O que sobra, invisto no negócio”, diz.

fonte: www.g1.com.br

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O setor de panificação e confeitaria no Brasil


Autor: Sebrae Nacional; ABIP

Como criar um empreendimento de Panificação e Confeitaria.

A proximidade é um dos principais fatores que atraem os clientes, assim como qualidade, variedade, bom atendimento, promoções e preços competitivos
É evidente o crescimento pelo qual a panificação e confeitaria vêm passando. Atualmente, está entre os maiores segmentos industriais do Brasil, relacionando-se com outros setores da economia e constituindo-se num importante gerador de emprego e distribuição de renda. A incorporação de novos produtos e serviços e o aumento da concorrência estimulam o surgimento de diferentes perfis de lojas, cada um focado num modelo diferente de atuação.

As empresas de panificação e confeitaria estão muito presentes na vida dos brasileiros. Cada vez mais este setor incorpora novos formatos de atuação e atendimento aos clientes, indo muito além do pãozinho francês. Por outro lado, diferentes concorrentes têm incorporado os panificados em suas listas de produtos, ampliando o mercado e a disputa pelos clientes.

O setor de panificação e confeitaria responsável direto pelo atendimento à população no consumo de panificados. E este segmento é composto quase totalmente por micro e pequenas empresas, já que aquelas de grande porte não conseguem a mesma penetração junto aos clientes, apesar de terem maior volume de faturamento.

É evidente o crescimento pelo qual a panificação e confeitaria vêm passando. Atualmente, está entre os maiores segmentos industriais do país, relacionando-se com outros setores da economia e constituindo-se num importante gerador de emprego e distribuição de renda. A incorporação de novos produtos e serviços e o aumento da concorrência estimulam o surgimento de diferentes perfis de lojas, cada um focado num modelo diferente de atuação.

Percebe-se a consolidação de modelos de loja divididos em “escala industrial” e “processo artesanal”. Escala industrial é aquela mais voltada para o atacado, com
foco na fabricação de pães embalados e congelados. Panificação artesanal engloba as padarias voltadas para a venda direta ao consumidor. Subdividem-se em:

· Loja Máster: amplo mix de produtos, oferece toda a conveniência ao consumidor para que este não necessite se deslocar a outro local;

· Loja Gourmet: apresenta alimentos prontos para todas as refeições do cliente;

· Loja Express: foco em lanches e refeições rápidas, atendimento ágil;

· Loja Especializada, Confeitaria ou Boutique de Pães: fabricação própria , com qualidade e reconhecimento de “grife” de produtos.

Um ponto comum entre todos os tipos de loja está na questão do atendimento ao cliente, principalmente para suprir suas necessidades e exigências. E o principal fator determinante na escolha de onde comprar é a comodidade. Cada vez mais os consumidores têm menos disposição para preparar suas refeições. Com a correria
do dia-a-dia, pessoas morando sozinhas, casais sem filhos e que passam o dia todo fora de casa, nem sempre há disposição e/ou tempo para se criar uma refeição. Daí, quando há uma empresa que pode suprir essa necessidade a adesão é grande.

Abaixo relacionamos os principais fatores que influem na escolha do local de compra dos produtos, lembrando que a hierarquia dos mesmos varia conforme a classe social do público:

· Proximidade de casa ou do trabalho;

· Opções, variedades;

· Promoções;

· Produtos de boa qualidade;

· Preços mais baixos;

· Limpeza;

· Espaço para estacionar;

· Bom atendimento;

· Cartão do estabelecimento.

A questão da proximidade dos clientes é uma das principais características das empresas de panificação, mas fatores como qualidade, promoções e preços também
estão entre os responsáveis pela decisão de compra dos consumidores. Daí a extrema necessidade de as empresas estarem bem qualificadas para mediar essa relação com o cliente. Aproveitar tal tendência é, pois, mostrar-se consciente de estratégias de vendas, ao passo que se preparar para bem absorvê-los é fundamental.

Até porque, também são tendências do setor fatores como modernização das indústrias, adoção de processos mais eficientes de fabricação, novas tecnologias, automatização e maior controle sobre a logística de produção, inclusão de produtos com maior valor agregado, informatização e investimento cada vez mais amplo em treinamentos.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Você tem perfil empreendedor?

Você tem vontade de começar um negócio, mas não sabe se tem o perfil para ser um empreendedor? A coordenadora do Núcleo de Empreendedorismo da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia da PUCRS, Naira Libermann, aelaborou um mini teste para você avaliar aspectos que podem contribuir para fazer o negócio prosperar, como a capacidade de inovação ou o senso de organização. Nas respostas, você descobre por que essa característica é importante.

Faça o teste e confira as respostas abaixo:

1) Possuo uma forte necessidade de realização. Gosto não só de criar, mas também de colocar as minhas ideias em prática.
Sempre
Às vezes
Nunca

Resposta:
Uma característica fundamental do empreendedor é que ele não tem só iniciativa, mas “acabativa”. Além de ter a vontade de criar algo novo, a pessoa deve avaliar como lidou com suas experiências anteriores em colocar as ideias em prática. O empreendedor precisa ter a capacidade de tolerar a frustração, já que atrás de uma história de sucesso empresarial, sempre tem algum fracasso, que apesar de parecer negativo à primeira vista, serviu para a empresa afinar sua visão sobre o mercado.

2) Busco constantemente implementar melhorias nas atividades que desempenho.
Sempre
Às vezes
Nunca

Resposta:
A inovação pode ser radical (criação de um produto totalmente novo, como um iPad), ou incremental (aprimoramento de um produto ou processo, como um novo sabor de sorvete em um buffet), mas precisa ser valorizada e estimulada para que a nova empresa não se torne obsoleta.

3) Tenho senso de organização e controle na hora de executar as tarefas.
Sempre
Às vezes
Nunca

Resposta:
Planejamento não é uma coisa estanque, mas um processo rotineiro. Todo dia o empreendedor tem que olhar a empresa, avaliar se os processos estão adequados para atingir as metas do negócio e verificar o que pode ser melhorado.

4) Me considero uma pessoa tolerante e sou capaz de lidar com erros e conflitos com as pessoas que trabalham comigo.
Sempre
Às vezes
Nunca

Resposta:
Todo empreendedor começa apostando na questão técnica: ele tem uma boa ideia dentro de uma atividade que domina. Nem sempre, no entanto, as pessoas já iniciam o seu negócio com a capacidade de gerenciar desenvolvida. É importante saber assimilar e aprender com as frustrações geradas por projetos que não dão certo e lidar com os conflitos que surgem quando há posições divergentes entre os colaboradores. As pessoas não precisam ser melhores amigas para trabalhar junto numa equipe, mas devem ser capazes de ouvir e considerar opiniões diferentes da sua para aprimorar o negócio.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Empreendedor mirim de 16 anos faz seu primeiro milhão, com sua primeira empresa

O adolescente britânico Christian Owens ganhou seu primeiro computador aos sete anos de idade. Três anos depois, foi a vez de um Mac, da Apple, chegar ao seu quarto. Foi aí que ele começou a acreditar que poderia ser um empreendedor da web. Em 2008, aos 14 anos, Owens começou a empreender com sua primeira empresa: um site bastante simples chamado Mac Bundle Box. A página vende pacotes de aplicativos do Mac OS X com desconto por um tempo limitado. O valor do primeiro pacote – negociado com os desenvolvedores dos aplicativos - ficou em US$ 400, mas Owens vendeu o kit por um décimo desse valor. E não foi só isso. Se um número mínimo de pessoas comprasse o tal pacote, um novo aplicativo seria desbloqueado para todos os compradores, o que garantiu um belo boca-a-boca para a promoção. E, para completar, Owens doou parte das vendas para caridade.

A ideia do jovem empreendedor deu certo. Muito certo, na verdade. Nos dois primeiros anos de vida, o Mac Bundle Box faturou US$ 1 milhão.

Mas o sucesso do primeiro negócio não fez Owens parar de empreender. Ele criou um novo empreendimento chamado Branchr, uma companhia que distribui 300 milhões de anúncios por mês em mais de 17.500 sites, iPhones e sistemas operacionais para celulares Android e ganha por cada clique dado em uma dessas propagandas. A empresa faturou US$ 800 mil em seu primeiro ano de vida e emprega oito adultos, incluindo a mãe de Owens, Alison. O segredo do sucesso? “Não há segredo”, diz ele. “Não há fórmula mágica, trata-se apenas de trabalho duro e determinação.”

Quando questionado onde estará em dez anos, o empreendedor mirim não sabe dizer, mas tem na ponta da língua que quer faturar 100 milhões de libras com sua nova empresa, a Branchr. Será que ele vai conseguir? Parece estar no caminho certo.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

O Empreendedor


Assista ao programa O empreendedor todos os domingos às 09:00hs na RecordNews.

Lembrando que você também pode acompanhar o nosso programa pelo site, ele sempre fica disponível após a apresentaçõa do programa na tv.

acesse: http://www.oempreendedor.tv.br

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Feira do Empreendedor Sebrae Minas Gerais - 31 de agosto a 05 de setembro.


31 de agosto a 05 de setembro
Belo Horizonte/MG